Rock in Rio, a verdade por trás da ausência do RPM

Na segunda edição do Rock in Rio o RPM teria presença certa e confirmada, se não fosse a separação.

RPM é uma das maiores bandas de rock do Brasil, no quisito sucesso é disparado a maior banda dos 80.

Porém, nunca foi chamado para o rock in rio, em 1991 dois anos depois do fim da banda Paulo Ricardo foi escalado para o festival e convidou os ex-companheiros Fernando Deluqui(que o acompanhava na carreira só) e o batera Paulo Pagni, não assim o tecladista Luiz Schiavon, com quem tinha brigado no fim do RPM.

Quando rolou a primeira edição do Rock in Rio em 1985, o RPM já existia, mas ainda não eram conhecidos. Com a explosão do Rock in Rio, o mercado se abriu para bandas que ainda não tinham gravado, como foi o caso dos Quatro Coiotes, que lançou o primeiro álbum em maio de 1985.

Na segunda edição do Rock in Rio o RPM teria que ser presença certa e confirmada, se não fosse a separação , por isso foi convidado Paulo Ricardo. Com Deluqui e Pagni na apresentação, ainda faltava alguma coisa pra ser RPM...o mestre Luiz Schiavon.


O 26 de janeiro de 1991 com recorde de público de 198 mil pessoas, os tres RPMs foram uma das ultimas atrações , que teve ainda o grande show do A-ha.

Em 2011 muita gente falou que um dos motivos da volta foi a certa presença da banda no Rock in rio, mais não foi assim.


Em 2015 mais uma vez o RPM ficou de fora, em entrevista com o guitarrista Fernando Deluqui, falou: "a gente sabe que quem controla a escalação do Rock in Rio são os Medinas, por alguma razão eles ainda não toparam fazer com RPM"

Verdade seja dita, RPM é uma das bandas mais importantes do nosso rock, junto a Legião Urbana,Titãs,Barão Vermelho, Paralamas, Engenheiros, Capital,Ultraje e Ira!, é dificil entender qual é a razão para a banda nao participar do festival.

A gente ainda espera ver o quarteto nas próximas edições.
Confira parte dos shows do Paulo Ricardo, Fernando Deluqui e Pa no rock in rio em 1991, e tambem a entrevista com Fernando Deluqui.




Entrevista com Fernando Deluqui







Rock in Rio, a verdade por trás da ausência do RPM Rock in Rio, a verdade por trás da ausência do RPM Reviewed by Radio Pirata on 5:01 PM Rating: 5

9 comentários

  1. Só posso dizer que o Rock in Rio é quem perde e muito com a ausência do RPM, pois com certeza, eles abrilhantariam o evento. E claro, nós os fãs, também perdemos, pois não os veremos nesse grande festival da música nesse país!

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  2. O rpm fez uma grande merda este ano de 2015,veio com desculpas esfarrapadas sobre o novo albun de ineditas que seria deus ex machina,recentemente em uma entrevista o produtor lucas do fresno falou que o disco nao rolaria mais,isso foi uma vergonha para a banda que ja tinha divulgado o novo disco,depois a banda veio com a historinha de adiar o discoque ja teria gravado, sem pe nem cabelo essa historia,os fans nao gostaram da noticia, e o novo albun se tornou uma lenda sem explicar nada,entao? Cade o deus ex machina?

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    1. A verdade sobre o RPM é a seguinte: Provavelmente eles não lançarão mais nada. Só ficaram vivendo dos shows, porque é mais rentável do que suas carreiras-solo. O Nando e o PA são meros empregados na banda, sem direito a participação em composições, decisões, etc . O RPM como banda acabou em 17/12/86 naquele show do Ibirapuera. O que rolou depois foram remendos. Tentativas de reviver algo que já foi. Eles tinham uma aura mística que se perdeu.

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  3. Curto muito o trabalho do RPM, mas o problema do RPM é a inconsistência.
    Concordo com tudo que o cara ai falou sobre o novo disco da banda, que cancelaram o projeto sem um comunicado ou razão que justificasse. As idas e vindas também foi um grande problema e a carreira solo romântica do PR também. Não me venha as fãs do PR me criticar aqui pelo comentário, pq é verdade, tem entrevista do próprio PR falando disso, que no começo rejeitaram ele por causa do fim do RPM e depois que ele teve sucesso na carreira romântica e queria voltar pro pop “não deixaram”. Hoje em dia o RPM anuncia DVD e nada, depois anunciam e grava um CD ai o PR vai pro SuperStar, lança a música Raio X (que estaria no novo cd) como música solo, começar a gravar um disco solo e grava bem rápido com um grande produtor do rock nacional como Marcelo Sussekind (produtor que o RPM podia ter escolhido no lugar do Lucas), e cancelam o disco do RPM. Então é isso, o RPM tinha que por mais moral e chegar chegando, com certeza Deus Ex Machina seria melhor que o Elecktra, agora já vi entrevista do PR falando que o RPM deve lançar um EP ano que vem, outra coisa que não faz sentindo, uma banda grande como o RPM lançar um EP com 5 músicas sendo que até já tinha um disco cheio pronto.

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    1. O RPM como já disse anteriormente acabou naquele show do Ibirapuera em 17/12/1986. Hoje fala-se muito em comemoração de 30 anos. Mas desses 30 anos, quantos deles, eles ficaram juntos? Vamos ver: 1984-1989 (5 anos), 2002-2004 (2 anos), 2011-2015 (4 anos). Desses supostos "30 anos" ficaram juntos apenas 11 anos. E o que foi produzido nesses "30 anos"? 11 músicas do primeiro disco, 4 do segundo, 2 com Milton, 10 do terceiro disco, 6 do Mtv 2002, 1 na coletânea Cais, 12 no Elektra, ou seja, um total de 46 músicas em 30 anos? Pouco...pouquíssimo para uma banda com esse tempo de estrada. E provavelmente, como disse acima, não será produzido mais nada, porque é mais fácil requentar algo que já foi, do que produzir algo novo. As pessoas não se interessam pelo novo. E o que importa para as mulheres de meia idade que acompanham o PR é sua beleza. A música que realmente interessa não tem vez. É só olhar a página dele no Face. Não há nunca, nenhum comentário sobre música. Triste fim para uma banda que tinha tudo para ser A Maior Banda De Rock do Brasil. Infelizmente o trem passou, e eles não conseguiram se agarrar....

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    2. Concordo com tudo que você falou "Anônimo", reparo muito nos shows do RPM, muitas senhoras que vão só por causa do RPM, na hora que tocam músicas como "Liberdade Guerra Fria", "Dois olhos verdes", "Muito tudo" ninguém canta junto. Nessa volta tentaram compor a formula PR e LS, o que vetou o FD e o PA, acho que essa não é a maneira de uma banda trabalhar, a banda não é os 4? Eu mesmo acho o disco "DELUX" do FD do que o "Elektra" do RPM. Então acho que os membros da banda podem ter ideias interessantes. Também vejo que só comentam do PR pessoa e não do PR músico.

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    3. Marcos Botelho, eu acompanho o RPM desde o começo naqueles shows esfumaçados do Madame Satã. Eles poderiam ser, como disse, a maior banda de Rock do Brasil. Serem celebrados tanto pelo publico, tanto pela imprensa como se fossem Stones por exemplo. Porém tantas idas e vindas acabou queimando a credibilidade deles, e a única coisa que fariam eles ter credibilidade novamente, é vir com um novo álbum com qualidade superior ao primeiro, mas parece que eles não querem isso.

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  4. Nunca li uma critica ao RPM tão lúcida quanto a desse "Anônimo".
    Paulo Ricardo disse antes de seu primeiro disco solo que, se quisesse, poderia fazer um Olhar 43 ou Rádio Pirata por ano.Estou esperando desde 1989...
    Acho que eles acreditaram na bobagem de que eram os Beatles brasileiros e se deslumbraram com o sucesso, sem contar o já conhecido envolvimento com as drogas e a ganância demonstrada pelo PR.Uma burrada atrás da outra.
    Quatro Coioyes é um dos melhores discos do rock nacional, mas totalmente subestimado.Depois quando veio aquela patacoada de "Paulo Ricardo & RPM", cacete, o Narciso perdeu de vez a credibilidade comigo e muitos outros fãs que conheço.
    Elektra é bem mais ou menos, pra não dizer ruinzinho, cheio de clichês desnecessários nas letras (que coisa foi aquela Crepúsculo?!?).
    Sobre esse "novo" disco que não sai, talvez venha a ser o Chinese Democracy (Guns n'Roses) deles.Ou venha com o do Cabine C de brinde...

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