RPM, o final. A obsessão do guitarrista que queria cantar.

Quando Humberto deixou a banda, em 1995, ele sugeriu que Deluqui assumisse seu lugar.


São vários os motivos que levaram o RPM a terminar, mas um dos mais importantes contado por Paulo Ricardo, foi o desejo do guitarrista Fernando Deluqui, de cantar na banda.

Em 2010 quando Paulo Ricardo conta essa história, ele diz que teve uma nova conversa sobre esse assunto, e fica claro no vídeo a seguir, o quão delicado é o assunto dentro da banda.
Mas a obsessão por cantar, também teve um novo capítulo, quando Fernando Deluqui integrou os Engenheiros do Hawaii, em 1995.

Segundo Julio Ettore em seu canal, quando Humberto deixou a banda em 1995, ele sugeriu que Deluqui assumisse seu lugar.

¿Seriam os Engenheiros sem o Humberto, como o RPM sem o Paulo Ricardo?

Como se sabe, esse problema remonta aos anos 80, e não acabou em 2011.
Além disso, Deluqui queria ter mais participação nas composições, o que foi novamente rejeitado por Luiz Schiavon e Paulo Ricardo, líderes da banda.

Em 2017 após o último show, Paulo Ricardo decide deixar a banda para seguir carreira solo, ou pelo menos dar um tempo ao RPM.

Por isso os outros três integrantes decidiram continuar com a banda, convidando um novo vocalista.

Mas Fernando Deluqui queria cantar, então com essa nova formação a banda passaria a ter dois vocalistas, Deluqui e Dioy Pallone.


Com a morte do Paulo PA Pagni e os problemas de saúde de Luiz Schiavon, afastado dos shows da banda, fica difícil associar o RPM a esse novo projeto.

Já é difícil pensar, em um RPM sem Paulo Ricardo, ainda mais quando, resta apenas um da formação original. Esse RPM, é um projeto do guitarrista, que usa a marca para vender shows, que não faria na carreira solo.


Em contrapartida, este novo RPM, não representa em nada, a banda que marcou toda uma geração nos anos 80, e que continuou a somar fãs, até 2017. Este projeto, parece mais um cover ruim, do que o RPM original


¿O que acham, Fernando Deluqui deveria ser o vocalista do RPM, ou RPM não existe, sem Paulo Ricardo e Luiz Schiavon?

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